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O Guará-Piranga Guará (Eudocimus ruber)
Classe: Aves Ordem: Ciconiformes Família: Threskiornithidae Nome científico: Eudocimus ruber Nome vulgar: Guará Categoria: Vulnerável
Características: Uma das mais espetaculares do globo;
típico para os manguezais. Sua magnífica plumagem vermelha
carmesim decorre do carotenóide cantaxantina. Anda vagarosamente
na água rasa, com a ponta do bico submersa, abrindo e fechando
as mandíbulas em busca de caranguejos, tais como a chama-maré ou
sarará e o maraquani. Há grande número destas aves no Estado do
Paraná, mas atualmente já extinguiu na região sudeste. Pelo seu
colorido vermelho intenso, realçados ainda mais nos grandes
bandos em que vive, o guará pode ser considerada uma das aves
mais belas do nosso País. Originalmente a espécie estava
presente em lamaçais litorâneos e manguezais.
Comprimento: 58 cm a 61,0 cm.
Ocorrência Geográfica: No Brasil, ocorria em duas áreas separadas desde o Amapá até o Ceará e nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Paraná e Santa Catarina. (Ilhas do estuário amazônico, costas do Maranhão).
Cientista que descreveu: Linnaeus, 1758
Categoria/Critério: As populações do litoral sudeste e sul do País foram drasticamente reduzidas em decorrência da caça indiscriminada (além da carne para alimentação, suas penas eram exportadas para a confecção de adereços), da captura dos ovos e da destruição e poluição dos manguezais, devido à urbanização. Com essa drástica redução, a espécie foi considerada extinta nos litorais sudeste e sul já na década de 50. Habitou a região de Piranga, sendo a partir do seu nome uma das origem do nome Piranga para a Cidade.
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